Amigos e amigas.
No blog do Leonardo Boff, encontrei esses dados comparativos no fim do post acerca dos governos FHC e Lula. Não sou defensor de PT, Lula ou Dilma, mas o tanto que falam contra eles é exagerado e oportunista, bem ao estilo dos parasitas golpistas que querem tomar de assalto o país.
Assim sendo, para fazer jus a fatos concretos em detrimento às vontades escusas e imbecilidades de oligofrênicos que as defendem, vejam os dados e tirem suas conclusões.
FAB29
| Primeira leva de dados |
| Segunda leva de dados |
![]() |
| Terceira leva de dados |
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| Só especificando para reforçar |
Para quem quiser mais comparativos, veja AQUI.
Com a eventual vitória de Aécio Neves, voltará em cheio o projeto neoliberal que não deu certo nem aqui nem nos países centrais com uma crise abissal e 102 milhões de desempregados. O futuro ministro da Fazenda Arminio Fraga já sinalizou para onde vai a direção do Governo ao dizer: “dos bancos públicos (Banco do Brasil, Caixa Econômica e BNDS) com as correções a serem feitas, vai sobrar pouca coisa”; e disse algo assustador para quem vive de salário:”os salários estão altos demais”; há que rebaixá-los. Cada umm vota conforme sua preferência, mas pense antes nas consequências globais para o país e para quem mais precisa de meios para viver que são as grandes maiorias pobres: Lboff
Sobre o segundo turno das eleições presidenciais (Por que a grande imprensa brasileira nunca publicou esses dados com destaque?)
Comparando o Brasil de 2002 (Fernando Henrique Cardoso) ao de 2013 (Lula/ Dilma)… segundo a OMS, a ONU, o Banco Mundial, o IBGE, o Unicef etc…
Publicado em 15/09/2014 > http://www.hildegardangel.com.br/?p=41715
Leiam e tirem as suas próprias conclusões….
1. Produto Interno Bruto:
2002 – R$ 1,48 trilhões
2013 – R$ 4,84 trilhões
2. PIB per capita:
2002 – R$ 7,6 mil
2013 – R$ 24,1 mil
3. Dívida líquida do setor público:
2002 – 60% do PIB
2013 – 34% do PIB
4. Lucro do BNDES:
2002 – R$ 550 milhões
2013 – R$ 8,15 bilhões
5. Lucro do Banco do Brasil:
2002 – R$ 2 bilhões
2013 – R$ 15,8 bilhões
6. Lucro da Caixa Econômica Federal:
2002 – R$ 1,1 bilhões
2013 – R$ 6,7 bilhões
7. Produção de veículos:
2002 – 1,8 milhões
2013 – 3,7 milhões
8. Safra Agrícola:
2002 – 97 milhões de toneladas
2013 – 188 milhões de toneladas
9. Investimento Estrangeiro Direto:
2002 – 16,6 bilhões de dólares
2013 – 64 bilhões de dólares
10. Reservas Internacionais:
2002 – 37 bilhões de dólares
2013 – 375,8 bilhões de dólares
11. Índice Bovespa:
2002 – 11.268 pontos
2013 – 51.507 pontos
12. Empregos Gerados:
Governo FHC – 627 mil/ano
Governos Lula e Dilma – 1,79 milhões/ano
13. Taxa de Desemprego:
2002 – 12,2%
2013 – 5,4%
14. Valor de Mercado da Petrobras:
2002 – R$ 15,5 bilhões
2014 – R$ 104,9 bilhões
15. Lucro médio da Petrobras:
Governo FHC – R$ 4,2 bilhões/ano
Governos Lula e Dilma – R$ 25,6 bilhões/ano
16. Falências Requeridas em Média/ano:
Governo FHC – 25.587
Governos Lula e Dilma – 5.795
17. Salário Mínimo:
2002 – R$ 200 (1,42 cestas básicas)
2014 – R$ 724 (2,24 cestas básicas)
18. Dívida Externa em Relação às Reservas:
2002 – 557%
2014 – 81%
19. Posição entre as Economias do Mundo:
2002 – 13ª
2014 – 7ª
20. PROUNI – 1,2 milhões de bolsas
21. Salário Mínimo Convertido em Dólares:
2002 – 86,21
2014 – 305,00
22. Passagens Aéreas Vendidas:
2002 – 33 milhões
2013 – 100 milhões
23. Exportações:
2002 – 60,3 bilhões de dólares
2013 – 242 bilhões de dólares
24. Inflação Anual Média:
Governo FHC – 9,1%
Governos Lula e Dilma – 5,8%
25. PRONATEC – 6 Milhões de pessoas
26. Taxa Selic:
2002 – 18,9%
2012 – 8,5%
27. FIES – 1,3 milhões de pessoas com financiamento universitário
28. Minha Casa Minha Vida – 1,5 milhões de famílias beneficiadas
29. Luz Para Todos – 9,5 milhões de pessoas beneficiadas
30. Capacidade Energética:
2001 – 74.800 MW
2013 – 122.900 MW
31. Criação de 6.427 creches
32. Ciência Sem Fronteiras – 100 mil beneficiados
33. Mais Médicos (Aproximadamente 14 mil novos profissionais): 50 milhões de beneficiados
34. Brasil Sem Miséria – Retirou 22 milhões da extrema pobreza
35. Criação de Universidades Federais:
Governos Lula e Dilma – 18
Governo FHC – zero
36. Criação de Escolas Técnicas:
Governos Lula e Dilma – 214
Governo FHC – 0
De 1500 até 1994 – 140
37. Desigualdade Social:
Governo FHC – Queda de 2,2%
Governo PT – Queda de 11,4%
38. Produtividade:
Governo FHC – Aumento de 0,3%
Governos Lula e Dilma – Aumento de 13,2%
39. Taxa de Pobreza:
2002 – 34%
2012 – 15%
40. Taxa de Extrema Pobreza:
2003 – 15%
2012 – 5,2%
41. Índice de Desenvolvimento Humano:
2000 – 0,669
2005 – 0,699
2012 – 0,730
42. Mortalidade Infantil:
2002 – 25,3 em 1000 nascidos vivos
2012 – 12,9 em 1000 nascidos vivos
43. Gastos Públicos em Saúde:
2002 – R$ 28 bilhões
2013 – R$ 106 bilhões
44. Gastos Públicos em Educação:
2002 – R$ 17 bilhões
2013 – R$ 94 bilhões
45. Estudantes no Ensino Superior:
2003 – 583.800
2012 – 1.087.400
46. Risco Brasil (IPEA):
2002 – 1.446
2013 – 224
47. Operações da Polícia Federal:
Governo FHC – 48
Governo PT – 1.273 (15 mil presos)
48. Varas da Justiça Federal:
2003 – 100
2010 – 513
49. 38 milhões de pessoas ascenderam à Nova Classe Média (Classe C)
50. 42 milhões de pessoas saíram da miséria
FONTES:
39/40 – http://www.washingtonpost.com
42 – OMS, Unicef, Banco Mundial e ONU
37 – índice de GINI: http://www.ipeadata.gov.br
45 – Ministério da Educação
13 – IBGE
26 – Banco Mundial
Notícias, Informações e Debates sobre o Desenvolvimento do Brasil:
E, a seguir, o caso Furnas:

Adendo 1: o que mais vemos nos últimos anos pelas redes sociais são ofensas, achincalhes, maldições, execrações e tudo mais o que se pode pensar contra Dilma, Lula e PT. Às vezes, o bom humor vence e as brincadeiras e críticas são muito bem vindas. Porém, em sua imensa maioria, a tônica é a abjeção, digna das maiores oligofrenias. Mas, já que pensamos viver numa democracia, está valendo: cada qual tem direito às livres expressão e arbítrio.
Todavia, bastou o canal Porta dos Fundos fazer uso dessa democracia para mostrar um pouco do outro lado dessa bandalheira (liderada por PSDBostas e PMDBestas) que estão querendo imputar ao Estado de Direito para surgirem dezenas de seres grotescos destilando suas truculência e coprolalia aos borbotões, conclamando todos a partilharem de seus ódio e estupidez. Então, esses imbecis se sub-rogam o direito de falar o diabo e mais um pouco sobre o assunto e querem esmagar o direito dos que não rezam sua cartilha asquerosa?
Prezados ignóbeis e pusilânimes: chafurdem alegremente em suas covardias e continuem rosnando e babando virtualmente suas excrescências, enquanto todos os que amam a liberdade prosseguirão seus caminhos alheios a vocês.

Adendo 2: só para reforçar os maiores escândalos do Brasil, na maioria dos quais os tucanos são protagonistas, com alguns detalhes:
CASO: Máfia dos fiscais
ROMBO: R$ 18 milhões
QUANDO: 1998 e 2008
ONDE: Câmara dos vereadores e
servidores públicos de São Paulo.
Comerciantes e ambulantes (mesmos aqueles com licença para
trabalhar) eram colocados contra a parede: se não pagassem propinas, sofriam
ameaças, como ter as mercadorias apreendidas e projetos de obras embargados. O
primeiro escândalo estourou em 1998, no governo de Celso Pitta. Dez anos mais
tarde, uma nova denúncia deu origem à Operação Rapa.
CASO: Mensalão
ROMBO: R$ 55 milhões
QUANDO: 2005
ONDE: Câmara Federal
Segundo delatou o ex-deputado federal Roberto Jefferson, acusado
de envolvimento em fraudes dos Correios, políticos aliados ao PT recebiam R$
30 mil mensais para votar de acordo com os interesses do governo Lula. Dos 40
envolvidos, apenas três deputados foram cassados. A conta final foi estimada
em R$ 55 milhões, mas pode ter sido muito maior.
CASO: Sanguessuga
ROMBO: R$ 140 milhões
QUANDO: 2006
ONDE: Prefeituras e Congresso Nacional
Investigações apontaram que os donos da empresa Planam pagavam
propina a parlamentares em troca de emendas destinadas à compra de
ambulâncias, superfaturadas em até 260%. Membros do governo atuavam nas
prefeituras para que empresas ligadas à Planam ganhassem as licitações.
Nenhum dos três senadores e 70 deputados federais envolvidos no caso perdeu o
mandato.
CASO: Sudam
ROMBO: R$ 214 milhões
QUANDO: 1998 e 1999
ONDE: Senado Federal e União
Dirigentes da Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia
desviavam dinheiro por meio de falsos documentos fiscais e contratos de bens e
serviços. Dos 143 réus, apenas um foi condenado e recorre da sentença. Jader
Barbalho, acusado de ser um dos pivôs do esquema, renunciou ao mandato de
senador, mas foi reeleito em 2011.
CASO: Operação Navalha
ROMBO: R$ 610 milhões
QUANDO: 2007
ONDE: Prefeituras, Câmara dos Deputados e Ministério de Minas e
Energia
Atuando em nove estados e no Distrito Federal, empresários
ligados à Construtora Gautama pagavam propina a servidores públicos para
facilitar licitações de obras. Até projetos ligados ao Programa de
Aceleração do Crescimento (PAC) e ao Programa Luz Para Todos foram fraudados.
Todos os 46 presos pela Polícia Federal foram soltos.
CASO: Anões do orçamento
ROMBO: R$ 800 milhões
QUANDO: De 1989 a 1992
ONDE: Congresso Nacional
Sete deputados (os tais “anões”) da Comissão de Orçamento do
Congresso faziam emendas de lei remetendo dinheiro a entidades filantrópicas
ligadas a parentes e cobravam propinas de empreiteiras para a inclusão de
verbas em grandes obras. Ficou famoso o método de lavagem do dinheiro ilegal:
as sucessivas apostas na loteria do deputado João Alves.
CASO: TRT de São Paulo
ROMBO: R$ 923 milhões
QUANDO: De 1992 a 1999
ONDE: Tribunal Regional do Trabalho
de São Paulo
O Grupo OK, do ex-senador Luiz Estevão, perdeu a licitação para
a construção do Fórum Trabalhista de São Paulo. A vencedora, Incal
Alumínio, deu os direitos para o empresário Fabio Monteiro de Barros. Mas uma
investigação mostrou que Fabio repassava milhões para o Grupo OK, com aval
de Nicolau dos Santos Neto, o Lalau, ex-presidente do TRT-SP.
CASO: Banco Marka
ROMBO: R$ 1,8 bilhão
QUANDO: 1999
ONDE: Banco Central
Com acordos escusos, o Banco Marka, de Salvatore Cacciola,
conseguiu comprar dólar do Banco Central por um valor mais barato que o
ajustado. Uma CPI provou o prejuízo aos cofres públicos, além de acusar a
cúpula do BC de tráfico de influência, entre outros crimes. Cacciola foi
detido em 2000, fugiu para a Itália no mesmo ano e, preso em Mônaco em 2008,
voltou ao Brasil deportado.
CASO: Vampiros da Saúde
ROMBO: R$ 2,4 bilhões
QUANDO: De 1990 a 2004
ONDE: Ministério da Saúde
Empresários, funcionários e lobistas do Ministério da Saúde
desviaram dinheiro público fraudando licitações para a compra de derivados
do sangue usados no tratamento de hemofílicos. Propinas eram pagas para a
Coordenadoria Geral de Recursos Logísiticos, que comandava as compras do
Ministério, e os preços (bem acima dos valores de mercado) eram combinados
antes. Todos os 17 presos já saíram da cadeia.
CASO: Banestado
ROMBO: R$ 42 bilhões
QUANDO: De 1996 a 2000
ONDE: Paraná
Durante quatro anos, cerca de US$ 24 bilhões foram remetidos
ilegalmente do antigo Banestado (Banco do Estado do Paraná) para fora do país
por meio de contas de residentes no exterior, as chamadas contas CC5. Uma
investigação da Polícia Federal descobriu que as remessas fraudulentas eram
feitas por meio de 91 contas correntes comuns, abertas em nome de “laranjas”. A
fraude seria conhecida por gerentes e diretores do banco. Foram denunciados 684
funcionários - 97 foram condenados a penas de até quatro anos de prisão. O
estado obteve o retorno de arrecadação tributária de cerca de R$ 20
bilhões.
CASO :
Privataria Tucana
ROMBO : Mais de
R$ 100 bilhões
QUANDO : Governo
FHC
ONDE : Brasil
Vejam um resumo dela aqui: http://www.fpabramo.org.br/fpadefato/?p=225

