Amigos e amigas.
Reforçando um fato há muito e sempre dito, porém bem pouco propalado, revisito abaixo frases, observações e pensamentos de personalidades e mídia judaicas acerca do papel sumamente revolucionário dos Sábios do Sião nas convulsões sociais mais agudas da História.
O caráter revolucionário do povo judeu é o constante divisor de águas nos pontos fulcrais dos acontecimentos históricos, moldando o cerne de uma nação e do mundo aos seus exclusivos propósitos. Revejam alguns desses pontos.
FAB29
M. Cohan escreve em “The communist”, nº 72.:
Kharkov, 12 de Abril de 1919.
“Sem
exagero, deve-se dizer que a grande Revolução Social russa foi afetada pelas
mãos dos judeus. Teriam podido eles mesmos – a obscura e oprimida massa de
trabalhadores e granjeiros russos – ser capazes de destruir a burguesia? Não.
Foram precisamente os judeus os quais dirigiram o proletariado russo ao
amanhecer da Internacional; e agora, dirigem a causa soviética, que ainda
pertence às suas mãos. Devemos estar tranqüilos, porque o Exército Vermelho
está sob controle do camarada Leon Trotsky."
O rabino Lewis Browne, em seu livro “How odd
of God”:
“Nós pretendemos fazer com os gentios o mesmo que os comunistas estão fazendo na Rússia”.
“Nós pretendemos fazer com os gentios o mesmo que os comunistas estão fazendo na Rússia”.
O professor Niebur, falando no
Instituto Judaico de Religião: Nova Iorque, 03 de Outubro de 1934.
“O marxismo é a forma moderna da profecia judaica”.
“O marxismo é a forma moderna da profecia judaica”.
M. Hermalin, judeu comunista: Nova Iorque, 1917.
“A Revolução Russa foi feita por judeus. Nós temos criado as Sociedades Secretas e planejado-as ao reinado do terror. A Revolução triunfou por nossa propaganda convincente e com nossos assassinatos em massa – tudo com o propósito de formar um governo verdadeiramente nosso”.
“A Revolução Russa foi feita por judeus. Nós temos criado as Sociedades Secretas e planejado-as ao reinado do terror. A Revolução triunfou por nossa propaganda convincente e com nossos assassinatos em massa – tudo com o propósito de formar um governo verdadeiramente nosso”.
Angelo
S. Rappaport em “The pioners of the Russian Revolution”, publicado por Stanley,
Paul & Co., na pg. 250: Londres, 1918.
“Na Rússia, os judeus foram totalmente
responsáveis pela Revolução”.
| Moritz Rappaport |
Moritz
Rappaport, na Revolução de 1918 na Alemanha:
“A Revolução recorda-nos novamente a importância da questão judaica, posto que
os judeus são o seu elemento condutor”.
Em “Jewish Tribute”: 05 de Julho de 1922.
Em “Jewish Tribute”: 05 de Julho de 1922.
“A Revolução alemã é resultante dos judeus;
os partidos liberais democráticos têm um grande número deles como líderes, que
ocupam um papel predominante nas oficinas do Alto Estado”.
Maurice
Samuel, em seu livro “You gentiles”, pg. 155:
“Nós, os judeus, os destruidores, sempre permaneceremos como tais. Nada do que
vocês façam satisfará nossas necessidades e demandas. Sempre destruiremos,
porque necessitamos do mundo em nosso poder”.
O
sábio judeu londrinense Dr. Oscar Levy, em “The world significance of the
Russian Revolution”:
“Nós, os judeus, estamos gravemente
equivocados. Nós, que temos alardeado de ter dado ao mundo o Salvador, não
somos hoje mais que trapaceiros, seus destruidores, incendiários e executores.
Temos prometido um novo paraíso, mas damos um novo inferno”.
B.A.M. Shapiro, um novaiorquino que se
autodenomina um cristão por fé e judeu por raça, em seu folheto “America’s great
Menace”:
“Chegou o momento em que os patriotas judeus
da América devem sentir a grande responsabilidade pelo feito diabólico do
comunismo, planejado e realizado por Israel”.
Anotações do livro “How odd of God”, por
Rabbi Lewis Browne:
“Nenhum agitador desejou com tanta vivacidade
a Revolução Francesa de 1848 que dois judeus: Heinrich Heine e Ludwig Borne.
Foi um judeu, Leon Trotsky, quem dirigiu o Exército Vermelho e salvou a causa comunista na Rússia.
Foi um judeu, Karl Liebnecht, ajudado por uma judia, Rosa Luxemburg, que dirigiu a sublevação espartaquista na Alemanha.
Foi um judeu, Bela Kuhn, que implantou o regime vermelho na Hungria.
Foi um judeu, Kurt Eisner, quem dirigiu o golpe socialista na Bavária.
Para o judeu, a atividade revolucionária parece ser o único caminho para a autêntica liberdade”.
Foi um judeu, Leon Trotsky, quem dirigiu o Exército Vermelho e salvou a causa comunista na Rússia.
Foi um judeu, Karl Liebnecht, ajudado por uma judia, Rosa Luxemburg, que dirigiu a sublevação espartaquista na Alemanha.
Foi um judeu, Bela Kuhn, que implantou o regime vermelho na Hungria.
Foi um judeu, Kurt Eisner, quem dirigiu o golpe socialista na Bavária.
Para o judeu, a atividade revolucionária parece ser o único caminho para a autêntica liberdade”.
Em “L’Univers Israelite”: Paris, 05 de
Setembro de 1867.
“A Revolução, com sua igualdade e fraternidade,
é a estrela de Israel”.
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| Bernard Lazare |
“O ano de 1789 é um novo passo: a Revolução Francesa tem um surpreendente caráter hebreu”.
Bernard Lazare, em seu livro “Anti-semitismo
e suas causas”: Paris, 1894.
“Os
judeus tomam parte nas revoluções e nelas mantêm-se como jogadores. Seu
espírito é consciente e essencialmente revolucionário. Ou, de outro modo,
pode-se dizer que o judeu é um revolucionário nato”.
