Amigos e amigas.
Com toda essa bandalheira criada pelo "Cartel Mundial de Fomento de Doenças" em cima do Zika vírus, cada vez mais vejo que o destino da boiada humana é o matadouro. Durante tal caminhada, claro que ela será usada como rato de laboratório, playground, placa de Petri, saco de pancada, escrava,...!
Essa excrescência inventada sobre "microcefalia transmitida pelo mosquito da dengue" só se sustenta na grotesca alienação, desinformação planejada, comodismo e oligofrenia da boiada humana. Vejam abaixo trechos de um texto sobre o assunto que extraí DAQUI:
Apesar de todo o alvoroço público, todos os
casos de microcefalia sendo descobertos no Brasil nunca foram cientificamente ligados
ao Zika vírus. Um grupo de médicos da América do Sul está dizendo agora que as
deformações cerebrais que o mundo está testemunhando são causadas pela
PULVERIZAÇÃO em massa de pessoas de baixa renda do Brasil com um larvicida
químico, não por mosquitos portadores do Zika vírus. (...)
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| Zona afetada pela microcefalia |
Um aumento dramático de malformações congênitas, especialmente
microcefalia em recém-nascidos, foi detectado e rapidamente ligado ao Zika
Vírus pelo Ministério da Saúde do Brasil. No entanto, eles não reconhecem que
na área onde mais pessoas doentes vivem, um larvicida químico que produz
malformações em mosquitos tem sido aplicado há 18 meses, e que este veneno
(piriproxifeno) é aplicado pelo Estado na água potável usada pela população
afetada. (...)
As malformações detectadas em milhares de crianças de mulheres grávidas
que vivem em áreas onde o Estado brasileiro acrescentou o piriproxifeno à água
potável não é uma coincidência, apesar do Ministério da Saúde colocar uma culpa
direta sobre o Zika vírus para este dano, enquanto tenta ignorar sua responsabilidade
e descartar a hipótese de dano químico direto e cumulativo causado por anos de
disrupção endócrina e imunológica da população afetada. Os médicos da
Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO) exigem que estudos
epidemiológicos urgentes que levem em conta este nexo de causalidade sejam
realizados, especialmente quando entre os 3.893 casos de malformações
confirmadas até 20 de janeiro de 2016, 49 crianças morreram e apenas cinco
delas foram confirmadas terem sido infectadas com Zika.
O Zika vírus não causa microcefalia!
Conforme relatado pelos médicos argentinos em seu relatório, o Zika
vírus nunca foi conhecido por causar deformações cerebrais em crianças:
As epidemias anteriores de Zika não causaram defeitos congênitos em
recém-nascidos, apesar de infectar 75% da população nesses países. Além disso,
em outros países, como a Colômbia, não há registros de microcefalia; no
entanto, há uma abundância de casos de Zika.
Toda a razão pela qual essas deformações cerebrais estão sendo
responsabilizadas pelo Zika vírus (estamos aprendendo agora) é para que as
empresas químicas poderosas possam vender mais produtos químicos tóxicos que
envenenam ainda mais as pessoas e o meio ambiente!
Os médicos brasileiros da ABRASCO estão afirmando que a estratégia de
controle químico está contaminando o ambiente, assim como as pessoas; que não
está diminuindo a quantidade de mosquitos; e que esta estratégia é, de fato, uma
manobra comercial da indústria de venenos químicos, profundamente integrada com
os ministérios latino-americanos de saúde, bem como a OMS e a OPAS.
É um ciclo vicioso, é claro: o governo pulveriza substâncias químicas
que causam deformações cerebrais em crianças, mas, a fim de evitar culpar os
produtos químicos, eles culpam os mosquitos, exigindo, assim, que produtos
químicos mais tóxicos sejam pulverizados, causando ainda mais deformações que
exigem ainda mais produtos químicos e assim por diante.
Se tudo isso soa familiar é porque isso é arrancando da cartilha da
indústria de vacinas: Muitas vacinas realmente causam epidemias (é por isso que
as crianças que são afetadas com sarampo e caxumba têm quase sempre sido
previamente vacinadas contra o sarampo e caxumba), aumentando assim a demanda
pública por mais vacinas que causam mais surtos, ad infinitum.
Introduza os mosquitos geneticamente modificados (...) O problema é que
eles [cientistas] são criminosos insanos e cientificamente analfabetos para aceitar. É por
isso que os mosquitos transgênicos não estão funcionando. “A última
estratégia implantada no Brasil, e que poderia ser replicada em todos os nossos
países, é o uso de mosquitos transgênicos – um fracasso total, exceto para a
empresa fornecedora de mosquitos“, dizem os médicos argentinos.
A empresa inglesa Oxitec vende mosquitos machos transgênicos a fim de, supostamente, diminuir a população de Aedes. Um gene letal é inserido
nesses mosquitos, o qual é transmitido para a prole, causando a morte das
larvas se não for bloqueado por um antibiótico (tetraciclina).
| Mosquito transgênico e inútil |
Atualmente, no Brasil cerca de 15 milhões de mosquitos geneticamente
modificados foram liberados e o fracasso é total. Quando os testes de campo
foram realizados, menos de 15% das larvas eram transgênicas, isto é… as fêmeas
selvagens não estão aceitando o mosquito ingleses da Oxitec. A resposta:
aumentar a liberação em áreas pobres. Além disso, devemos levar em conta que a
biologia da doença mostra que as fêmeas somente “picam” quando estão grávidas e
geram ovos após serem fertilizadas por um macho; elas picam nesse estado e só
desse modo, porque ela precisa de componentes do sangue, a fim de desenvolver
os ovos. Então, se milhões de mosquitos machos são liberados, haverá
muitas mais fêmeas fertilizadas procurando sugar o sangue de mamíferos,
aumentando assim a propagação da doença a partir de pessoas infectadas para
pessoas saudáveis!
Isto posto, desabafo: tão bom quando as coisas se resumiam ao Zico no Maracanã!...
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