Enfim, foi-se A testemunha do holocausto, o símbolo, o
marco, o paradigma de uma era nefasta: a da indústria do holocausto, muito bem
citada e explicitada pelo intelectual e cientista político judeu Norman
Finkelstein.
Desde o seu irrisório livro "Noite"
(alçado a um dos maiores best-sellers sobre o assunto), essa triste figura
lançou outras dezenas de obras exortando a boiada humana a se apiedar dele e
dos seus que foram "massacrados pelos nazistas". Não deixou de
exortar o ódio, também: "Cada judeu devia
guardar, em algum lugar do seu coração, uma zona para o ódio, esse ódio são e
viril contra tudo aquilo que representa o alemão e que forma parte da essência
do alemão. Todo o resto seria traição aos mortos."
E cada um de nós deve aguardar uma leva
insana de homenagens a esse patético e, desde já, nada saudoso ser. Como esta. Na esteira dessas rememorações, mais um
entupimento de estórias de horrores em nossos ouvidos, ladainhas repetidas há
décadas ad nauseum,
independentemente de muitas delas já terem sido desmanteladas.
Seu primeiro livro "Noite"
contém uma enorme quantidade de informações (testemunhos)
que reconhecidamente batem de frente com tudo o que se alega sobre
Auschwitz, sendo a principal delas o fato de Wiesel nunca ter escrito que o dito
"morticínio" que a historiografia diz ter ocorrido no campo era feito
nas câmaras de gás, símbolos-mor do holocausto. Relembrem trechos dessa “besta-seller”
comentados por mim neste link.
Não me aprofundarei mais sobre o recém-passado, que apenas obedecia ao ódio propalado por seus mestres rabinos, como este ao lado.
Apenas faço votos que a humanidade passe o quanto antes por essa era de
obscuridade tristemente simbolizada por ele. Quem sabe, é um esperançoso começo.
FAB29
Adendo: Neste link, o maior revisionista vivo, Robert Faurisson, comenta a morte de Wiesel, sempre com sua sucintez e abrangência peculiares. Eis dois trechos:
Adendo: Neste link, o maior revisionista vivo, Robert Faurisson, comenta a morte de Wiesel, sempre com sua sucintez e abrangência peculiares. Eis dois trechos:
"O Exército Vermelho assumiu Auschwitz em 27 de janeiro de 1945 e eu, pessoalmente, descobri o fato de que [o jornal russo] Pravda (A Verdade), em suas edições da 28 th , 29 th , 30 th e 31 st de janeiro, permaneceu em silêncio sobre a descoberta do acampamento, e que só em 2 de Fevereiro é que ele anunciou a grande notícia: em Auschwitz, os alemães levaram sistematicamente seus prisioneiros à morte com energia elétrica; os corpos das vítimas caíam sobre uma esteira transportadora que os levavam ao topo de um alto-forno onde eles eram jogados e queimados."
(...)
"Mas logo depois, todas aquelas pessoas que encontraram seu fim estavam ligadas à "rede de gás" do Conselho de Refugiados de Guerra, em Washington, descartando as hipóteses do fogo, água, eletricidade, cal, bombas de vácuo e outras invenções loucas de propaganda de guerra, que eram muitas vezes reprisadas pela propaganda aliada sobre os hunos e germânicos, durante a Primeira Guerra Mundial."