Amigos e
amigas.
Urge ser ensinado nas escolas o que são espécies, raças e etnias. O esquema fomentado pelos grandes corruptores em degenerar o entendimento sobre isso está causando estragos indeléveis no seio da humanidade e está ajudando a transformá-la naquele amálgama amorfo onde "ninguém é de ninguém", sendo, assim, fácil de se moldar. Longe de ser um especialista, mas aqui, tenciono esclarecer alguns pontos básicos dessa questão.
Urge ser ensinado nas escolas o que são espécies, raças e etnias. O esquema fomentado pelos grandes corruptores em degenerar o entendimento sobre isso está causando estragos indeléveis no seio da humanidade e está ajudando a transformá-la naquele amálgama amorfo onde "ninguém é de ninguém", sendo, assim, fácil de se moldar. Longe de ser um especialista, mas aqui, tenciono esclarecer alguns pontos básicos dessa questão.
A
Antropologia define "etnia" simplesmente como uma "coletividade
de indivíduos que se diferencia por sua especificidade sociocultural, refletida
principalmente na língua, religião e maneiras de agir." Só no
Brasil, há, p. ex., dezenas de etnias indígenas. Comecei por esta definição
porque era mais simples de pôr termo e passar para os dois pontos principais.
Já escrevi sobre diferenças raciais, que tantos tipinhos
inúteis insistem por aí em negar que existem.
| Diversidade é belo. Homogeneidade também. |
As
discussões inócuas que o 'politicamente correto' e asseclas adoram fomentar a
respeito de raça (confundindo-a sordidamente com espécie)
são propositadamente perniciosas! Tentam a qualquer custo eliminar tal conceito
sempre que se vai referir a humanos, como se passasse uma borracha num simples
rabisco. "Raça" ou "sub-espécie" é usado
correta e perfeitamente para especificar as claramente diferentes comunidades,
sociedades, grupos em geral que têm sua genética característica. A grotesca
desculpa que a aceitação dessas diferenças genéticas gera preconceitos e outras
convulsões sociais só tem eco nos cérebros de ameba (que não são poucos) ou
seres de má índole. A eliminação que tentam criminosamente impor do conceito é
que geraria um desastre. O termo "raça" não muda em nada a
idiossincrasia das pessoas, a menos que se faça uma lavagem cerebral desde a
infância, realizando uma odiosa campanha de separatismo ou de obliteração da
ancestralidade.
Sigam
os tópicos a seguir que compilei de uma dúzia de fontes para montar o post.
Neles, procuro demonstrar a realidade e realeza das raças.
Espécie
é um conceito fundamental da Biologia que designa a unidade básica do Sistema
Taxonômico utilizado na classificação científica dos seres vivos. Trata-se de
um conjunto de organismos semelhantes entre si, capazes de se cruzar e gerar
descendentes férteis. Espécies mais aparentadas entre si do que com
quaisquer outras formam um gênero.
Vejam: o gato-do-mato, encontrado em
todas as florestas do Brasil, pertence a espécie Leopardus wiedii;
a nossa jaguatirica, o maior entre os pequenos felinos silvestres brasileiros,
pertence à espécie Leopardus pardalis; e o gato-do-mato-pequeno, o
menor dos pequenos felinos silvestres brasileiros, pertence à espécie Leopardus
tigrinus. Todos esses animais são de espécies diferentes,
porque NÃO SÃO capazes de se cruzar entre si
gerando descendentes férteis. Mas como estas espécies são mais aparentadas
entre si do que com quaisquer outras, elas formam um gênero chamado Leopardus.
Para entendermos melhor as
categorias taxonômicas, vamos utilizar como exemplo o reino Animal, tendo como
referência o cão.
![]() |
| Ótimo resumo. |
Vimos que a espécie "Cão
doméstico" se destacou. Em seguida, podemos constatar dezenas de sub-espécies ou raças, que vão do
chiuaua ao mastif napolitano. Respeitando-se as proporções, todas elas podem se
cruzar e gerar descendentes férteis. Abaixo, a mesma idéia com os humanos.
Resumidamente, temos o homem:
REINO: Animalia
FILO: Chordata
CLASSE: Mammalia
ORDEM: Primates
FAMÍLIA: Hominidae
GÊNERO: Homo
ESPÉCIE: H. sapiens
Vejamos a ramificação da família
até chegar ao homem:
| Bem especificado |
O
mais próximo de nós é o chimpanzé, que possui 99,45% da nossa genética. Uma
diferença geneticamente abissal, como a realidade
deixa evidente. Entre as raças humanas, é dito que a diferença é de 0,01%,
percentual aparentemente desprezível, mas geneticamente relevante a ponto de,
por exemplo, se saber que há remédios para brancos que não funcionam em negros. Há cientistas que
afirmam: essa "diferença microscópica" possibilitará em pouco tempo
criar-se armas
biológicas que diferenciarão grupos raciais. Ou seja, os grandes corruptores poderão controlar a
"boiada racial" com mais facilidade.
| Líbio, Núbio, Asiático e Egípcio Tumba de Seti I - 13 séc. A/C |
A primeira diferenciação conhecida de
grupos humanos fundamentada
em suas características físicas aparentes é, certamente, a dos antigos egípcios: Os Rot ou Egípcios,
com cabelos crespos e pintados em vermelho; os Namou, amarelos
com nariz aquilino; os Nashu, negros com cabelos crespos; os
Tamahou, loiros de olhos azuis.
Mas a pontual colocação é: existem raças para todas as espécies de animais, porém o politicamente correto quer eliminar tais diferenciações em relação aos humanos, à guisa de mil preconceitos que afirmam sem nenhuma evidência advir dessa distinção.
Exemplo: por que os negros tem melhor capacidade de correr e saltar? Primeiro,
menor percentual de gordura (logo, músculos ligeiramente mais densos); segundo,
articulações e tendões um pouco mais amplos (ou seja, melhores alavancas);
terceiro, mais facilidade de metabolizar o alimento; e quarto, seu organismo
consegue gerar bastante proteína alpha-actinina-3, que
alguns até chamam de "o gene da velocidade", proteína que as outras
raças produzem bem menos e cerca de 25% dos brancos e amarelos sequer produzem.
Conclui-se que, por toda essa característica genética, os negros se destacam
grandemente no pedestrianismo e em provas de salto. Já os brancos são quase
absolutos em competições de força (do tipo "O homem mais forte do mundo")
e na natação.
Um cientista chegou a questionar se
era justo colocar para competir numa corrida de cem metros todas as raças
juntas, já que os negros têm essas vantagens genéticas, semelhantes a um
doping. Outro cientista afirmou que há menos diferenças entre
um lobo do Alasca e um cocker spaniel do que entre as raças humanas. Outros
afirmam que as populações humanas descendem de grupos ancestrais que estiveram
ISOLADOS uns dos outros há cerca de 50 mil anos. Assim, as raças não
podem ter a mesma origem, sendo geneticamente diferentes. Resumindo: não
descendemos todos daqueles macaquinhos que um belo dia resolveram descer das
árvores e "chutar o balde", conseguindo, por isto, galgar as etapas
da evolução.
E se tantos outros animais continuam
quase idênticos ao que eram há milhões de anos (peixes, répteis, a baleia, a
barata,...), como foi que só nós aceleramos e nos desenvolvemos de sobremaneira
a mais que todos os outros? E foi naturalmente? Que sorte a nossa, não? Mas
essa evolução está ameaçada:
| Daí, para pior |
Enquanto a
agenda de degeneração das raças e dos valores morais iniciada e financiada
pelos grandes parasitas continuar a pleno vapor, nosso presente continuará
sentindo na pele suas funestas nuances. Reforçando a legenda da primeira
imagem, viva a diversidade natural, baluarte da pujança e do poder
da Criação. Tenha orgulho de ser o que é: branco, negro, amarelo, vermelho ou
pardo. Você é único e divino, com enorme potencial para muitas coisas. Basta
que encontre sua vocação e se dedique a ela com devoção, disciplina e
perseverança. Esteja certo de que você, cuidando da própria vida e sendo pertinaz
na busca do seu ideal e do seu ápice, será bem quisto na maioria dos lugares a
que for.
Porém, jamais
seja patético de querer ser querido por todos. Nem mesmo dois dos mais
proeminentes seres humanos da História (Buda e Jesus) conseguem isso. Portanto,
aprenda a se limitar à sua respectiva insignificância ou você será
merecidamente tachado de BABACA e congêneres. E olhe que estou sendo muito bem
educado.
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