Amigos e amigas.
O maior dos crimes da humanidade é a pedofilia, que remonta desde a Grécia antiga e o Império Romano. Tenta-se atualmente tratá-la como doença, um "transtorno de preferência sexual", mas o código penal e o Estatuto da Criança e do Adolescente a enquadram como crime, até mesmo adquirir imagens de pornografia com crianças e adolescentes.
Em vários países, atualmente se debate sobre os "níveis de pedofilia". Exemplo foi o estupro que ocorreu com uma menina de 11 anos na França em 2017. O degenerado de 28 anos está sendo processado por "atentado ao pudor" porque nesse país "evoluído" não existe uma legislação que prevê a idade mínima de consentimento para sexo entre menores e adultos.
Na Inglaterra, houve o caso Rotherham, onde mais de 1400 crianças sofreram abusos sexuais durante 10 anos sob o beneplácito das autoridades do condado de South Yorkshire. Outras 2500 crianças estão em "planos de proteção a menores" do governo inglês por estarem "sob sério risco de abusos". Mas a polícia inglesa já admite "dezenas de milhares" de vítimas de pedofilia por ano.
Seguem abaixo um vídeo brasileiro e mais algumas reportagens e artigos que coletei sobre o assunto. Mais um exemplo da degradação da humanidade está neste meu post.
A Interpol (Organização de
Cooperação Policial Internacional) anunciou nesta quinta-feira (23) o
desmantelamento de uma rede internacional de pedofilia que utilizava a chamada
dark web, na qual a identificação dos usuários é mais difícil.
Nove pessoas foram detidas na Tailândia, Austrália e nos Estados Unidos.
A investigação Blackwrist
foi lançada em 2017, depois da descoberta de material de pornografia infantil
em um site da dark web que contava com cerca de 63 mil usuários inscritos. Para
acessar o site em sigilo, eles usavam programas criptografados. Os endereços na
dark web não podem ser encontrados por ferramentas comuns de busca: é preciso
ter previamente o link específico para poder acessá-los.
Investigadores de diversos
países analisaram o conteúdo do site, inclusive imagens de abusos cometidos
contra 11 meninos, todos menores de 13 anos. Os endereços de IP dos
computadores que publicaram as imagens vinham dos três países nos quais
ocorreram as prisões.
Além disso, o departamento
de luta contra a cibercriminalidade da Bulgária desativou o servidor do site,
no qual “novos conteúdos eram adicionados a cada semana, durante vários anos”,
afirmou a polícia internacional.
Abusos a bebê de 15 meses
Entre os nove suspeitos
detidos, está o principal administrador do site, Montri Salangam, que morava na
Tailândia e foi identificado como o autor de vários abusos contra os 11
meninos. O sobrinho do homem está entre as vítimas.
Outro webmaster, Ruecha
Tokputza, 31 anos, residente da Austrália, foi preso com milhares de imagens de
pedofilia infantil, filmadas na Tailândia e na Austrália. Nas imagens, ele com
frequência aparecia como o principal agressor das crianças – entre elas um bebê
de apenas 15 meses.
Os dois homens haviam sido
detidos em 2018 e já foram condenados a 146 anos e 40 anos de prisão,
respectivamente, nos seus países de residência. A imprensa australiana relata
que Tokputza admitiu as 50 acusações que pesam contra ele. “Você é o pior
pesadelo das crianças. Você é o horror de todos os pais. Você é uma ameaça para
a sociedade”, disse o juiz Liesl Chapman, no julgamento.
As identidades dos demais
presos na operação não foram divulgadas. “Várias” ocorreram nos Estados Unidos,
de “pessoas que ocupavam cargos de confiança, assim como um homem que abusou do
seu meio-irmão de dois anos”, declarou Eric McLoughlin, diretor regional do
Ministério da Segurança Interior americano, em Bangcoc, citado pela Interpol.
A investigação mobilizou
quase 60 países integrantes da Interpol e ainda pode se prolongar por anos, já
que as ramificações e a amplitude da rede são imensas, indicou a organização
policial. Além das 50 crianças “salvas”, os investigadores tentam identificar
cerca de 100 outras que podem ter sido vítimas de abusos da rede. Novas prisões
são esperadas. (Extraído daqui )
O já famoso caso abaixo é um bom exemplo de qual destino deveria ter os estupradores, sejam favelados ou bilionários.
Jeffrey Epstein,
o bilionário americano acusado de ter dirigido durante anos uma trama pedófila
para explorar sexualmente menores, suicidou-se em sua cela numa prisão de
Nova York. Há mais de duas semanas, Epstein, de 66 anos, foi achado
inconsciente após tentar tirar a própria vida em outra ocasião. Repetiu a
tentativa neste sábado. Segundo The New York Times, Epstein, que
poderia pegar uma pena de até 45 anos de prisão, foi encontrado às 7h30 da
manhã enforcado.
O investidor
nova-iorquino estava detido na mesma prisão de segurança máxima em que esteve
enclausurado durante mais de dois anos o narcotraficante mexicano Joaquín El
Chapo Guzmán, o Centro Correcional Metropolitano de Nova
York. Segundo a ABC News, Epstein estava sob vigilância especial por
risco de suicídio. Durante recente vista a um tribunal, os advogados de Epstein
advertiram o juiz que supervisiona o caso de que seu cliente recebia ameaças e
que temia por sua segurança. O magistrado negou a liberdade sob fiança até a
realização do julgamento. Segundo argumentou, Epstein representava um perigo
para a comunidade, além de existir elevado risco de fuga. [Extraído daqui]
