Amigos e amigas.
Já há muito é sabido que o ser humano é um animal essencialmente herbívoro, podendo toscamente (hoje em dia, nem tanto) ser carnívoro em condições e situações especiais de sobrevivência. Desde nossa dentição, com oito incisivos para cortar mato e doze molares para triturá-lo adequadamente, até a imensa extensão de nosso intestino delgado e suas vilosidades, nosso organismo se mostra todo adequado a assimilar perfeitamente frutas, verduras e legumes.
Segue abaixo um dos tantos artigos que mostra como a carne tem grandes malefícios que suplantam imensamente seus benefícios, o que a torna, no mínimo, dispensável. Os sublinhados são meus. Extraído e adaptado daqui.
FAB29
| Maquiagem para não assustar os sensíveis |
Carnes
São produtos ricos em toxinas (cadaverina, putrescina, indol, escatol, fenol, etc) o que os caracteriza como alimentos cujos malefícios superam os benefícios.
São produtos ricos em toxinas (cadaverina, putrescina, indol, escatol, fenol, etc) o que os caracteriza como alimentos cujos malefícios superam os benefícios.
Nos indivíduos de trânsito intestinal lento e mais gravemente naqueles que sofrem de prisão de ventre, ao permanecer nos intestinos, a carne entra em intensa putrefação e difusão das citadas toxinas, que reduzem a resistência a infecções e dão tolerância maior às bactérias patogênicas, levando a uma maior tendência a inflamações e infecções diversas, como colite, dermatoses, apendicite, amidalite, fluxos e corrimentos, dentre outras, além de ser comprovadamente um importante agente cancerígeno.
É importante
salientar que, nos grupos de indivíduos basicamente vegetarianos, quase não
existe câncer. Independentemente de qualquer postura ou argumentação
vegetariana, a carne animal industrial (exceto de caça e animais criados de
forma natural) além das considerações supracitadas, é um alimento ainda menos
saudável devido aos produtos químicos empregados em seu tratamento.
O sulfito de
sódio (que confere a cor avermelhada à carne congelada), o nitrato de potássio
(usado para aumentar o prazo de conservação) e o dietilestilbestrol (hormônio
sintético ministrado aos animais para que ganhem peso) são produtos químicos
comprovadamente ligados à ocorrência de diversos problemas de saúde e de
consequências imprevisíveis a médio e longo prazo.
Podem causar
alterações hipofisárias, alterações hormonais, perturbações menstruais,
impotência sexual masculina, problemas de próstata e tumores cancerígenos.
A adrenalina,
despejada na corrente sanguínea dos bois (adrenolutina) durante o abate, causa irritabilidade,
insatisfação e agressividade sem causa aparente.
Além dos
relevantes fatos apontados acima, é importante salientar que a carne é
constituída principalmente de músculos de difícil digestão e podemos até
afirmar que o organismo humano não é adaptado para seu consumo regular. Isso
pode ser comprovado pelo tamanho de nossos dentes e pelo comprimento do tubo
digestivo.
A gordura da
carne de vaca é altamente saturada e pode aumentar os níveis de colesterol no
sangue e o risco de doenças cardiovasculares.
Uma dieta
rica em carne pode elevar o risco de câncer de cólon e outros tipos de câncer.
A carne de
vaca malpassada pode ser uma fonte de infecções por E. Coli e toxoplasmose.
Não há
dúvidas sobre o fato da carne de vaca ser um alimento altamente nutritivo. Ela
é uma fonte importante de proteína de alta qualidade. Uma porção de 115g
fornece 100% de RDA (ingestão Dietética Recomendada) de vitamina B12, um
nutriente essencial encontrado apenas em produtos de origem animal. A carne de
vaca é também uma excelente fonte de Vitamina B6, niacina e riboflavina, assim
como de minerais essenciais como ferro e o zinco.
Porém, quanto ao tão propagado potencial nutritivo da carne, vale salientar que todas as análises do produto são feitas com carne crua, não se levando em conta que o processo de cozimento retira cerca de 30% de seus nutrientes essenciais. E ela, ao contrário da maioria dos alimentos naturais, não pode ser comida no seu estado natural, pois pode provocar inúmeras doenças, como brucelose, teníase, etc.
Porém, quanto ao tão propagado potencial nutritivo da carne, vale salientar que todas as análises do produto são feitas com carne crua, não se levando em conta que o processo de cozimento retira cerca de 30% de seus nutrientes essenciais. E ela, ao contrário da maioria dos alimentos naturais, não pode ser comida no seu estado natural, pois pode provocar inúmeras doenças, como brucelose, teníase, etc.
Resumindo os
malefícios que a carne provoca no homem:
- putrefação no intestino;
- putrefação no intestino;
- perda de
cálcio;
- depósitos
de gordura e detritos de nitrogênio nas articulações e artérias;
- elevação do
pulso e da pressão arterial, que estimulam artificialmente o organismo de forma
passageira e esgotam progressivamente suas reservas energéticas nos processos
digestivos.
- Aumento
considerável dos riscos de câncer – hoje em dia, a carne contém hormônios
sintéticos, antibióticos, corantes, conservantes, além de praguicidas
absorvidos pelo gado. O consumo regular de carne é um fator cancerígeno tão
importante quanto o cigarro.
- O excesso
de carne pode provocar anemia perniciosa, que só existe em animais carnívoros e
pessoas que se alimentam basicamente de carne. A razão disso é a falta do ácido
fólico, que é necessário para absorção da vitamina B12.
Câncer de mama
A
epidemiologista Janet Cade, da universidade britânica de Leeds, mostrou em
outro estudo que o consumo de carne vermelha pode aumentar significativamente o
risco de câncer de mama em mulheres que já passaram da menopausa.
Câncer de pâncreas
Segundo estudo
publicado no British Journal of Cancer, em janeiro de 2012, o consumo de grande
quantidade de carne processada pode aumentar o risco de câncer de pâncreas. A
pesquisa foi desenvolvida pela Fundação Sueca do Câncer e pelo Instituto
Karolinska, na Suécia, e concluiu que ingerir todos os dias uma quantidade do
alimento equivalente a apenas uma salsicha ou duas fatias de bacon já é
suficiente para aumentar as chances das doenças.
Câncer de intestino e/ou reto
Um estudo
realizado na Universidade da Carolina do Norte sugere que o consumo elevado de
carne (mais de 600 gramas por dia), principalmente carne vermelha, aumenta
risco de câncer de cólon, mas salienta que mais estudos a respeito são
necessários para aumentar a certeza acerca do resultado. O jornal I-M Health
Newsletter, citando pesquisas feitas nos EUA também alerta para a relação entre
câncer de cólon e o consumo excessivo de carne vermelha (mais de 85 gramas por
dia).