Amigos e amigas.
É público e notório que os judeus são os reis da pornografia em Hollywood. Todo o universo pornográfico (filmes, revistas, shows,...) é dominado e/ou entremeado de produtores, diretores e atores da etnia judaica. No texto abaixo, vê-se por que esse povo é tão afeito a tais práticas sem nenhum pejo ou peia.
Ensinamentos ancestrais dão licitude à sodomia e à felonia, atitudes que massacram e vilipendiam especialmente a mulher desde seus verdes anos. A bem da verdade, não se deve apenas observar os judeus. Afinal, os povos semitas em geral (muçulmanos) se equivalem nesse quesito.
Conheçam (ou relembrem) tais práticas e vejam uma parte do motivo da degeneração da humanidade. A outra parte (certamente a maior) é culpa dos fracos, vendidos e passivos que as aceitam.
FAB29
| Desde muito ou sempre |
A
Sodomia na Halaka
(NDT: “halaka” ou “halachá”, é o
conjunto dado ás leis do judaísmo)
- A sodomia de que falamos aqui, consiste exclusivamente
na intromissão do pênis do marido no ânus [pî haṭṭabba‘at]
(mais exatamente no reto [ḥalḥolet]) da
sua esposa quando de uma relação sexual. Ela é correntemente chamada em hebreu kirkûsh, ḥilḥûl ou hasdâma.
Deve-se lembrar que todo o ato sexual fora do casamento (que seja vaginal ou
anal) é explicitamente interdito, e é passível de flagelação (malqût).
Bem entendido, as relações homossexuais entre dois homens(1) são
totalmente proibidas e passíveis de morte (pela lapidação [seqîla]).
NDT: (1) – As
relações sexuais entre duas mulheres não são interditas (T.
Yevâmôt 76a, T. Shabbât 65a).
- “A
Sodomia não é considerada pela Torah como um ato impróprio nem um interdito,
mas como uma alternativa normal ao coito vaginal. O ânus é um dos 3 mishkâvîm (orifícios
sexuais) normais da mulher, tal e qual como a sua vagina e a sua boca(2), no
qual é licito ao homem ejacular sem arriscar zéra‘ levaṭṭâla (desperdício
de semente, esperma).
NDT: (2) –
Existem 3 orifícios sexuais na mulher, chamados em hebreu “bocas” -
pî-hallâshôn (boca da língua, a boca), pî-haṭṭabba‘at
(boca do anel, o ânus) e pî-hârèḥem (boca da matriz, a vagina) – nos quais
é licito ao marido ejacular. Esses 3 orifícios são denominados mishkâvîm
(dormitórios) … Segundo os nossos Sábios, existem dois tipos de relações
sexuais: as relações maiores (bî’a ḥamûra) pelo ânus ou pela vagina, e as relações
menores (bî’a qalla) pela boca.
- Contrariamente
à sua vagina, sujeita aos desejos da natureza e outros corrimentos sanguíneos,
o ânus da mulher jamais é interdito ao seu marido(3).
Mesmo quando ela é nidda (com menstruação), em caso de desejo
sexual muito apressado do marido – para evitar um desperdício seminal (zera‘
levaṭṭâla) ou
uma relação sexual ilícita – esta deve deixá-lo concretizar o desejo pelo
ânus (ou oralmente(4)),
cumprindo assim uma grande caridade ((ḥésed).
(NDT: (3) -
[…] “Logo que uma mulher esteja isolada devido ao seu estado de nidda, não
te aproximes dela para descobrir a sua nudez” (Lev. 18:19). [ndt: os
Rabinos respondem : São as relações vaginais com a nidda que a Torah
proíbe ; todo outro coito (oral, anal) é permitido pela Torah].
NDT: (4) – Ela
deve engolir o esperma do seu marido, senão é zera‘ levaṭṭâla.[desperdício])
- A partir do principio do 4º mês de
gravidez, as relações sexuais vaginais são proibidas com a mulher grávida, e só
a sodomia é permitida (a felação também). Durante os 40 dias (para um rapaz, 80
dias para uma menina) que se seguem após o fim da gravidez, só as relações
anais (ou orais) são licitas (Lev. 13). Igualmente durante 21 dias após uma
falsa gravidez.
- Durante as 7 semanas do 'Omer (desde
o começo da festa Pèsah até aquela do Shâvû‘ôt),
as mulheres não se purificam da nidda (até à véspera de Shâvû‘ôt),
e só as relações anais ou orais são permitidas com eles.
- Logo que exista um risco da mulher ficar
grávida (por exemplo se ela é muito jovem [menos de 16 anos], ou pelo seu filho
se ela aleita), é então interdito de se praticar relação vaginal com ela, e só
a sodomia é autorizada (assim como a felação).
(NDT –
já que se fala de “menores de 16 anos”, não sabemos como se processarão as leis
judaicas para as crianças de 3 anos, pois o Talmud fala explicitamente, de “ato
concretizado” com crianças de 3 anos. Esta questão é tão espinhosa para os
próprios judeus que, se conhecem de fato, se a lei dos “3 buracos lícitos”
aplica-se, ou não, eles parecem ou dão aparência de “não compreenderem” essa
prescrição altamente satânica, demoníaca. Veja-se as desculpas sem pés nem
cabeça do Dr. Talmudista Israel-Michel Rabbinowicz aqui na pág 365 (ver a
prescrição e nota “1” em fim de página ), que reconhece bem a existência dessa
Mischnah, mas diz não conseguir compreendê-la e acha-a absurda.
O
fato é que apesar de correrem por aí muitas aldrabices sobre o Talmud, esta da
“coabitação” com uma criança de 3 anos é verídica e atestada. Resta-nos
saber, o que preconizam os Sábios judeus para este caso: Uma relação anal ?
Vaginal ? Oral ? Ou será, mais questão de um “sacrifício humano” ao deus Mammon
?
E não
se riam, caros amigos, fui eu que escrevi esse livro em 1879 sob o pseudo “
Israel-Michel Rabbinowicz” para vir 137 anos depois aqui, e “inventar” assim um
complô contra os judeus da massa. Coitadinhos deles.)
- Antes de toda a relação anal (como
vaginal ou oral) com a sua esposa, convém de recitar uma reza... quando o
marido ejacula convém também de recitar outra reza.
(NDT -
a ultima reza, parece ser algo como aquela que é dita logo de manhã quando todo
o judeu caga, ver aqui)
- Os nossos sábios aconselham de bem
lubrificar o ânus da sua esposa antes de a sodomizar, com ajuda da saliva ou de
todo outro lubrificante, à condição que seja kâshér. Eles
prescrevem igualmente que a mulher vai a defecar antes do coito conjugal, para
bem esvaziar o seu reto.
- Após a sodomia, a fim de respeitar o resto do esperma deixado no pênis
do seu marido (por causa do 'desperdício [zera‘ levaṭṭâla]), é preferível que a mulher limpe com a boca (como de costume após um
coito vaginal), independentemente dos traços de merda que possam se encontrar, do que limpar com um pano. No entanto, ela
pode limpar o exterior do ânus com um pano úmido...
- É perfeitamente licito passar alternativamente do ânus para a vagina
sem ter alguma precaução, pouco importa o estado de sujidade da verga do marido. Contrariamente a certas ideias do atual
mundo medical, os nossos Sábios consideram que isso "reforça a saúde da vagina" (T. ‘Avôda Zâra 22b, T. Nedârîm
20b).
- Nós vemos aqui que os argumentos
avançados pelos cristãos e muçulmanos para proibirem a sodomia são afastados
pela Torah. Para mais, as crianças concebidas enquanto os seus parentes
praticavam exclusivamente a sodomia não são raros. A Tradição oral, conta que Maria (Mãe de
Jesus) só ofereceu-se pelo coito anal a José durante o seu casamento, para preservar a exclusividade da sua vagina
a Deus.
Abaixo, um "bônus" à parte, onde um rabino cita mais algumas outras atitudes de soberba e descaso por parte de seu povo em relação aos gentios, falando de Hitler e Wagner.

