Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

Sodomia e felação legais

Amigos e amigas.
É público e notório que os judeus são os reis da pornografia em Hollywood. Todo o universo pornográfico (filmes, revistas, shows,...) é dominado e/ou entremeado de produtores, diretores e atores da etnia judaica. No texto abaixo, vê-se por que esse povo é tão afeito a tais práticas sem nenhum pejo ou peia.

Ensinamentos ancestrais dão licitude à sodomia e à felonia, atitudes que massacram e vilipendiam especialmente a mulher desde seus verdes anos. A bem da verdade, não se deve apenas observar os judeus. Afinal, os povos semitas em geral (muçulmanos) se equivalem nesse quesito.

Conheçam (ou relembrem) tais práticas e vejam uma parte do motivo da degeneração da humanidade. A outra parte (certamente a maior) é culpa dos fracos, vendidos e passivos que as aceitam.
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Desde muito ou sempre
A Sodomia na Halaka 

(NDT: “halaka” ou “halachá”, é o conjunto dado ás leis do judaísmo)

- A sodomia de que falamos aqui, consiste exclusivamente na intromissão do pênis do marido no ânus [pî haṭṭabba‘at] (mais exatamente no reto [alolet]) da sua esposa quando de uma relação sexual. Ela é correntemente chamada em hebreu kirkûshilûl ou hasdâma. Deve-se lembrar que todo o ato sexual fora do casamento (que seja vaginal ou anal) é explicitamente interdito, e é passível de flagelação (malqût). Bem entendido, as relações homossexuais entre dois homens(1são totalmente proibidas e passíveis de morte (pela lapidação [seqîla]). 

NDT: (1) – As relações sexuais entre duas mulheres não são interditas (T. Yevâmôt 76a, T. Shabbât 65a). 

- “A Sodomia não é considerada pela Torah como um ato impróprio nem um interdito, mas como uma alternativa normal ao coito vaginal. O ânus é um dos 3 mishkâvîm (orifícios sexuais) normais da mulher, tal e qual como a sua vagina e a sua boca(2), no qual é licito ao homem ejacular sem arriscar zéra‘ levaṭṭâla (desperdício de semente, esperma). 

NDT: (2) – Existem 3 orifícios sexuais na mulher, chamados em hebreu “bocas” - pî-hallâshôn (boca da língua, a boca), pî-haṭṭabba‘at (boca do anel, o ânus) e pî-hârèem (boca da matriz, a vagina) – nos quais é licito ao marido ejacular. Esses 3 orifícios são denominados mishkâvîm (dormitórios) … Segundo os nossos Sábios, existem dois tipos de relações sexuais: as relações maiores (bî’a amûra) pelo ânus ou pela vagina, e as relações menores (bî’a qalla) pela boca. 

- Contrariamente à sua vagina, sujeita aos desejos da natureza e outros corrimentos sanguíneos, o ânus da mulher jamais é interdito ao seu marido(3). Mesmo quando ela é nidda (com menstruação), em caso de desejo sexual muito apressado do marido – para evitar um desperdício seminal (zera‘ levaṭṭâla) ou uma relação sexual ilícita – esta deve deixá-lo concretizar o desejo pelo ânus (ou oralmente(4)), cumprindo assim uma grande caridade ((ésed). 

(NDT: (3) - […] “Logo que uma mulher esteja isolada devido ao seu estado de nidda, não te aproximes dela para descobrir a sua nudez” (Lev. 18:19). [ndt: os Rabinos respondem : São as relações vaginais com a nidda que a Torah proíbe ; todo outro coito (oral, anal) é permitido pela Torah].
NDT: (4) – Ela deve engolir o esperma do seu marido, senão é zera‘ levaṭṭâla.[desperdício])

- A partir do principio do 4º mês de gravidez, as relações sexuais vaginais são proibidas com a mulher grávida, e só a sodomia é permitida (a felação também). Durante os 40 dias (para um rapaz, 80 dias para uma menina) que se seguem após o fim da gravidez, só as relações anais (ou orais) são licitas (Lev. 13). Igualmente durante 21 dias após uma falsa gravidez. 

- Durante as 7 semanas do 'Omer (desde o começo da festa Pèsah até aquela do Shâvû‘ôt), as mulheres não se purificam da nidda (até à véspera de Shâvû‘ôt), e só as relações anais ou orais são permitidas com eles. 

- Logo que exista um risco da mulher ficar grávida (por exemplo se ela é muito jovem [menos de 16 anos], ou pelo seu filho se ela aleita), é então interdito de se praticar relação vaginal com ela, e só a sodomia é autorizada (assim como a felação). 

(NDT – já que se fala de “menores de 16 anos”, não sabemos como se processarão as leis judaicas para as crianças de 3 anos, pois o Talmud fala explicitamente, de “ato concretizado” com crianças de 3 anos. Esta questão é tão espinhosa para os próprios judeus que, se conhecem de fato, se a lei dos “3 buracos lícitos” aplica-se, ou não, eles parecem ou dão aparência de “não compreenderem” essa prescrição altamente satânica, demoníaca. Veja-se as desculpas sem pés nem cabeça do Dr. Talmudista Israel-Michel Rabbinowicz aqui na pág 365 (ver a prescrição e nota “1” em fim de página ), que reconhece bem a existência dessa Mischnah, mas diz não conseguir compreendê-la e acha-a absurda.
O fato é que apesar de correrem por aí muitas aldrabices sobre o Talmud, esta da “coabitação” com uma criança de 3 anos é verídica e atestada. Resta-nos saber, o que preconizam os Sábios judeus para este caso: Uma relação anal ? Vaginal ? Oral ? Ou será, mais questão de um “sacrifício humano” ao deus Mammon ?
E não se riam, caros amigos, fui eu que escrevi esse livro em 1879 sob o pseudo “ Israel-Michel Rabbinowicz” para vir 137 anos depois aqui, e “inventar” assim um complô contra os judeus da massa. Coitadinhos deles.)

- Antes de toda a relação anal (como vaginal ou oral) com a sua esposa, convém de recitar uma reza... quando o marido ejacula convém também de recitar outra reza. 

(NDT - a ultima reza, parece ser algo como aquela que é dita logo de manhã quando todo o judeu caga, ver aqui)

- Os nossos sábios aconselham de bem lubrificar o ânus da sua esposa antes de a sodomizar, com ajuda da saliva ou de todo outro lubrificante, à condição que seja kâshér. Eles prescrevem igualmente que a mulher vai a defecar antes do coito conjugal, para bem esvaziar o seu reto. 

Após a sodomia, a fim de respeitar o resto do esperma deixado no pênis do seu marido (por causa do 'desperdício [zera‘ levaṭṭâla]), é preferível que a mulher limpe com a boca (como de costume após um coito vaginal), independentemente dos traços de merda que possam se encontrar, do que limpar com um pano. No entanto, ela pode limpar o exterior do ânus com um pano úmido... 

É perfeitamente licito passar alternativamente do ânus para a vagina sem ter alguma precaução, pouco importa o estado de sujidade da verga do marido. Contrariamente a certas ideias do atual mundo medical, os nossos Sábios consideram que isso "reforça a saúde da vagina" (T. ‘Avôda Zâra 22b, T. Nedârîm 20b). 

- Nós vemos aqui que os argumentos avançados pelos cristãos e muçulmanos para proibirem a sodomia são afastados pela Torah. Para mais, as crianças concebidas enquanto os seus parentes praticavam exclusivamente a sodomia não são raros. A Tradição oral, conta que Maria (Mãe de Jesus) só ofereceu-se pelo coito anal a José durante o seu casamento, para preservar a exclusividade da sua vagina a Deus.



Abaixo, um "bônus" à parte, onde um rabino cita mais algumas outras atitudes de soberba e descaso por parte de seu povo em relação aos gentios, falando de Hitler e Wagner.